Assembleia
Popular Barreirense

Foi decidido pelo grupo de pessoas presente adiar a 5ª Assembleia Popular Barreirense por uma semana, ficando para o próximo 14 de Abril. Tal deveu-se a alguns problemas logísticos e à escassa afluência de pessoas que ocorreu desta vez.

Mesmo assim o grupo discutiu a necessidade de trabalhar melhor na divulgação, e reorganizar a página do facebook de modo a aumentar-lhe a visibilidade. Falou-se de alterar a localização, mas essa opção não foi consensual.

[André Carapinha]

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O que precisamos? Em primeiro lugar precisamos de vocês todos e todos nós uns dos outros (bom, e saudinha, paz e amor… as coisas do costume). Depois precisamos de chuva (água é vida)! Mas há alguns itens de que precisamos que poderá alguém ter disponível ou saber como obter. Assim, apelo-vos o seguinte:

  • palha (fardos de palha), para a alfombra (mulch) dos canteiros;
  • ramos ou troncos de árvore para preencher e nutrir as camas-elevadas (raised garden beds: ‘hugelkultur’ instead of irrigation);
  • ajuda para a recolha de relva cortada que se espera possa acontecer com uma regularidade quinzenal (disponibilidade, sacas grandes e veículos para transporte dariam imenso jeito);
  • sacos e ajuda para a recolha do entulho e lixos que ainda convivem paredes meias com a horta, no espaço que nos foi disponibilizado (esta limpeza permite que a horta se possa expandir e que possamos avançar com a recuperação dos tanques para a rega); toda a criatividade para resolver este problema é, também, bem-vinda!
  • um carrinho-de-mão;
  • sementes, plântulas…;

…e se alguém se lembrar de mais alguma coisa, por favor, acrescente!

Desde já, um muito obrigado!

Horta Comunitária do Barreiro

[Carlos Palma]

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é já no sábado:

http://www.facebook.com/events/189073997876007/

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O pessoal tem andado muito ocupado, e nem sempre tem sido possível dar conta aqui do que se tem feito.

O grupo está neste momento a trabalhar nas seguintes direcções:

- Relativamente à Soflusa, prepara-se um panfleto, está em discussão interna entre os elementos do grupo.

- Relativamente aos TCB, aconteceu um desenvolvimento muito grave, a aprovação da Lei dos Compromissos, que vai originar um garrote muito apertado às empresas municipais. O grupo já se reuniu com o vereador dos transportes, mas antes da entrada em vigor da lei; vamos agora voltar a reunir, de modo a saber exactamente as implicações da lei. A ideia é começar a contestação por uma conferência de imprensa, mas tudo pode e deve ser discutido.

- Encontramo-nos igualmente a preparar contactos com as Comissões de Trabalhadores de ambas as empresas.

[André Carapinha]

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Artigo do El País, não muito profundo mas ainda assim interessante, sobre modelos de divulgação culturais alternativos. O artigo apresenta ainda hiperligações para alguns exemplos práticos de centros culturais com modelos de gestão alternativos.

http://cultura.elpais.com/cultura/2012/03/16/actualidad/1331927943_190863.html

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Let’s look back at the workings of Occupy Wall Street at Zuccotti Park, when it was still in operation in the autumn. At its centre was a productive public, reaching consensus through the General Assembly and offering all kinds of templates (“Mic Check”, “Protest Camping”, “Working Groups”, et cetera) which, in a true open-source way, could be copied and practiced by similar communities the world over, but also modified to suit local needs.

This community had all kinds of needs: physical needs, such as food, shelter and healthcare. Did they resort to the market economy for this?

The answer isn’t a simple yes or no. Occupy Wall Street set up working groups to find solutions to their physical needs. The economy was considered as a provisioning system (as explained in Marvin Brown’s wonderful book, Civilising the Economy), and it was the “citizens”, organised in these working groups, who decided which provisioning system was appropriate given their ethical values.

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Quinta feira às 21h. Para discutir formas de divulgação e conclusões relativas ao relatório do tribunal de contas sobre a soflusa. Encontro junto ao Centro de Emprego do Barreiro. Qq questão: 965567988

Para preparação da reunião aqui fica o mesmo: http://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2010/audit-dgtc-rel049-2010-2s.pdf

[tiago sousa]

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Bom dia a todos, os trabalhos estão a decorrer de forma positiva, ontem dia 10 de Março, compareceram apenas 5 pessoas do grupo, ainda assim conseguimos encher mais de 15 sacos de lixo, e ainda “arrastar” algumas paletes de um lado para o outro :)

Esta tarde o encontro está marcado novamente para as 15 horas.

Sara Luz

 

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Ontem acabamos de erguer a cerca, com paletes recicladas da Quimiparque, mas hoje logo ao inicio da tarde apareceu o Sr. Baptista (homem de confiança do proprietário o Sr. Fortes), que está encarregue de tomar conta daqueles terrenos. Houve alguém que telefonou para o Sr. Batista, informando que nós estaríamos ali, então ele apareceu para pedir justificações acerca da nossa ocupação. Foi uma conversa pacifica, disse-nos que não podemos fazer a horta naquele local, principalmente porque várias pessoas antes de nós, também lhe pediram para cultivar o terreno, e ele recusou sempre, pois também ele quer fazer a sua própria horta (no local em questão). Oferecemos a nossa motivação e força de trabalho para o ajudar, mas nem assim mudámos o seu parecer em relação à nossa permanência no local. Contudo foi-nos sugerido que ocupássemos antes o terreno mais próximo dos escuteiros, ali a poucos metros de distância, perto do poço que está cheio de entulho, lugar que o Emanuel Martins fotografou e sugeriu à uma semana atrás.
Parece-me que acabámos por conquistar algo…
Postas as coisas assim e não podendo permanecer no local onde já começámos os trabalhos, precisamos organizar uma grande acção de limpeza para o fim de semana que vem, no novo local, que está repleto de LIXO, sem esta acção não podemos avançar com os trabalhos na terra.
Entretanto surgiu também a ideia de se falar com os responsáveis da Seca do Bacalhau, terreno plantado mesmo em frente aos terrenos que estamos a ocupar, no sentido de saber se há algum “cantinho” dentro da tão grande quinta, que nos pudessem conceder para fazermos lá a nossa horta.
Para descontrair ao fim da tarde, fomos regar a nossa espiral de aromáticas e as nespereiras à praia da copacabana, onde encontrámos os nossos amistosos vizinhos do grupo de pesca, que lá têm ido plantar e tratar também a espiral, ainda nos ofereceram sementes de milho e de abóbora menina :)
Apesar de algum desanimo, continuamos empenhados em edificar a nossa horta, ela vai acabar por pegar!
Abraços muito mais que resilientes!

Sara Luz

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No passado Sábado, 3 de Março de 2012, reuniram-se cerca de 20 pessoas para a quarta Assembleia Popular Barreirense. Esta assembleia teve a particularidade de, em virtude da presença de algumas pessoas que participaram pela primeira vez, ter tido um cariz maior de debate político e ideológico, tendo sido ocupado menos tempo na discussão das actividades dos grupos de trabalho.

Este longo período de discussão surgiu espontaneamente, tendo durado talvez cerca de 45 minutos a uma hora. Nele várias pessoas foram intervindo, tendo-se falado de questões relacionadas, por exemplo, com a sustentabilidade do sistema monetário, a justiça ou não do sistema de “deve/haver” (como designado por um dos intervenientes), as razões por detrás da crise, o papel do Estado, ou as particularidades barreirenses e a forma como o Barreiro está a ser afectado na sua relação necessária com a capital pelas medidas governativas.

Para além desta discussão, falou-se também das acções que tem vindo a ser desenvolvidas pelos grupos de trabalho ligados à Assembleia Popular Barreirense, e que abaixo se descrevem:

Grupo de Trabalho para uma Horta Comunitária do Barreiro:

A actividade deste grupo está em marcha e com forte dinâmica. O seu representante que interviu explicou como se passou de uma horta inicial, na Praia da Copacabana, num espaço mais bonito mas com menos condições, para uma segunda horta perto do mesmo local, mas numa zona resguardada e passível de vedação (e que o grupo em grande parte já vedou). A primeira horta servirá para a criação de plantas aromáticas e pequenas árvores de fruto, enquanto na segunda se avançará para as leguminosas e outras árvores de fruto maiores, numa perspectiva de maior produção. Outro dos intervenientes realçou a vontade de utilizar o menos possível a água da rede, em concordância com a perspectiva de sustentabilidade ambiental que o grupo tem adoptado. Também se falou da necessidade de restos de alimentos para a compostagem, e apelou-se a que todos juntem em casa o necessário (essencialmente, restos de todos os vegetais crus que utilizemos, à excepção de citrinos e batata, devido à sua acidez). O grupo tem vindo a trabalhar com várias pessoas em regime de grande disponibilidade. Inclusivé, uma parte dos elementos teve de abandonar a assembleia devido à chegada de uma carrinha de caixa aberta com material para a nova horta, tendo ido no momento ajudar a descarregá-lo.

Grupo de Sensibilização Ambiental:

Este grupo tem funcionado em ligação estreita com o da horta. No dia 18 de Fevereiro realizou a 3ª limpeza da Praia da Copacabana, que mais uma vez se revelou um sucesso, com 10 pessoas presentes logo às 11h da manhã, e outras que foram chegando. Contudo, a verdade é que a praia continua a ser suja; reconheceu-se que a estas limpezas tem faltado ser acompanhadas pela colocação de placas a informar das mesmas e apelar para o civismo, e da colocação de recipientes para o lixo. Também se falou da questão da recolha de entulhos (fomos informados pela CMB que os entulhos foram já recolhidos na 2ª feira passada), e da possibilidade de estender a limpeza à área circundante à Copacabana (e das dificuldades que gerará, devido à forte presença de entulhos nessa zona), e a outras áreas do Barreiro.

Grupo de Trabalho para a Defesa dos Transportes Públicos:

A actividade deste grupo tem sido marcada pelos cortes nas carreiras da Soflusa, bem como pelas notícias que tem surgido nos media que apontam para a sua privatização iminente. O grupo estudou o relatório do Tribunal de Contas sobre a Transtejo/Soflusa, e decidiu avançar para um flyer informativo, que está ligeiramente atrasado, mas que estará pronto na próxima semana, e que abordará os problemas anteriormente referidos. Quanto aos TCB, constatou-se que tem havido real redução de carreiras. O vereador dos transportes da CMB contactou um dos elementos do grupo para uma reunião, no próximo dia 12, às 17h. Até lá será realizada mais uma reunião do grupo, como sempre aberta a todos os interessados, para concertação de posições. Foi mais uma vez feito um apelo à participação de mais pessoas nas actividades deste grupo, devido à complexidade das acções que são passíveis de ser efectuadas pelo mesmo.

Grupo de Estudo sobre os Países Resgatados pelo FMI e sob Pressão dos Mercados:

Foi feito um balanço dos debates organizados pelo grupo; dois deles tiveram bastante sucesso, sempre com cerca de 20 pessoas a assistir e a participar, e com grande qualidade dos convidados. Infelizmente foi necessário cancelar um terceiro debate previsto, por falta de painel disponível. O grupo irá agora organizar outro tipo de actividades, como exibição de filmes sobre o assunto seguidos de debate, ou mesas-redondas.

Grupo de Desconstrução Institucional:

A actividade deste grupo diminuiu, devido a divergências entre os membros sobre o objecto e forma das suas acções. Foi decidido marcar uma reunião nos próximos dias para voltar a concertar posições e avançar para novas acções.

Colectivo Cinema-Resistência:

Este colectivo tinha tido como principal animador um membro que recentemente teve alguns problemas pessoais, e que por isso não tem estado muito disponível. Várias pessoas revelaram vontade em juntar-se, de modo a reanimar o grupo e começar a programar exibições de filmes.

A Assembleia Popular Barreirense volta a reunir-se em Abril, como sempre no primeiro Sábado do mês, no caso o próximo dia 7 de Abril, às 15h, na Estátua Alfredo da Silva.

[André Carapinha]

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A horta vai juntando, principalmente ao fim de semana mas já se trabalha durante a semana, pessoas que têm gosto e interesse em trabalhar a terra.

Junto à Copacabana já crescem ervas aromáticas entre outros pequenos vegetais, etc, está falado plantar batata no quadrado que foi definido que apesar de reduzido se o terreno for bem mexido e for propicio a isso pode dar dezenas de quilos de batata.

Já se iniciou trabalho noutra localização (ali ao lado), um terreno maior e mais plano, onde se vai iniciar a cultura de vegetais como a alface, tomate, etc. O trabalho de preparar o terreno já começou, espera-se daqui a 15 ou 30 dias iniciar as culturas.

Vão ser utilizadas várias técnicas alternativas e estamos abertos a sugestões/melhoramentos:

Sistemas de Gota-a-gota, depósitos de àgua, direcionamento da àgua através de mangueiras ou “caminhos” improvisados.

Nas paletes pode haver a possibilidade de “jardins verticais” poupando espaço e existem vegetais propicios a isso :)

Vai ser construida uma ou duas “caixas” para guardar algumas ferramentas nos locais.

Recursos Necessários:

Ferramentas de horta como ancinhos, enxadas, pás, etc, quem quiser ceder ferramentas pode entregar aos pescadores ou aparecer no fim de semana.

Depósitos de àgua grandes como bidons de plástico cilindricos ou quadrados.

Garrafões de 5 litros de àgua, para transporte de àgua e para sistema de rega subterrâneo.

Sementes ou mudas de vegetais prontos a vegetar, (referência: casa de sementes junto ao restaurante A Curva na zona de Cabeço Verde, Santo António 0,15€ por muda, muita variedade de vegetais)

Martelos e Pregos

Carrinha para ir buscar paletes

Pessoas

Paz e Amor

Qualquer contribuição monetária ou não, não deve ser vista como um investimento mas sim como um enriquecimento de nós próprios e das nossas terras.

Assim que houver cultura que justifique a formula que foi falada para ser aplicada é 2 terços para quem contribui/trabalha e 1 terço para a população.

Quantas mais se juntarem mais terreno se poderá cultivar ! Antes nascerem couves que urbanizações vazias !

[Diogo]

 

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É com tristeza que anuncio que fomos forçados a cancelar o debate sobre a situação na Islândia, previsto para amanhã, 29 de Fevereiro. Este cancelamento, tal como o adiamento anterior, deveram-se à extrema dificuldade em encontrar painel para este debate específico, algo que ultrapassa um pouco a minha compreensão, em comparação com a facilidade com que encontrámos os intervenientes anteriores.

Resta-me assim agradecer ao Miguel Duarte, presidente do Movimento Liberal-Social (que aceitou o convite para a data inicial, mas que para esta nova data já não tinha agenda), e ao Nuno Ramos de Almeida, editor executivo do jornal i (o único nome que tínhamos para esta nova data), pela disponibilidade que revelaram.

Quero ainda enviar um abraço aos intervenientes dos debates anteriores: os economistas Alexandre Abreu, Ricardo Paes Mamede e José Luis Félix, o Renato Guedes, da revista Rubra e do Comité para a Anulação da Dívida Pública Portuguesa, e o Luis Pais Bernardo, da ATTAC.

O trabalho do grupo irá continuar, e novas iniciativas virão. Em breve iremos convocar uma reunião, como sempre neste processo da APB, aberta a todos os interessados.

(André Carapinha)

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Hoje reúne o Grupo de Defesa dos Transportes Públicos do Barreiro às 19h. O ponto de encontro acontece na estátua do Alfredo da Silva e iremos para local a definir. Qualquer dúvida fica o meu número 965567988. Apareçam! Precisamos de todos para concertar tácticas de combate a este estado de evolução das coisas.

Publicado hoje: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=2327204&utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook&page=-1

O Grupo Transtejo vai aplicar a partir de segunda-feira os novos horários, com supressões nas ligações fluviais entre a Margem Sul e Lisboa, uma medida contestada pelos trabalhadores.

 

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eu e o andré carapinha vamos imprmir panfletos da assembleia. encontro amanhã, sábado, às 15h na gráfica da quinta da lomba q fica atrás dos correios. quem se junta?

[tiago sousa]

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